
Drawn to Life é um dos games do DS que mais me despertaram curiosidade. O fato de desenhar seu próprio personagem e depois jogar com ele é bem cativante, convenhamos. Com expectativas altas, decidi testar o game.A princípio, o jogo se mostra criativo. Coloca o jogador no papel de um criador, e logo na introdução pede ao mesmo que faça alguns desenhos, como do planeta, da vegetação e da população (o que depois se mostra inútil, já que nada do que você tenha feito foi utilizado para alguma coisa). Depois da introdução, você finalmente desenha o seu personagem (ou, se você não for criativo o bastante, escolhe um dos personagens prontos), e aí é que aparece, pelo menos pra mim, o maior defeito do game: no mapa da cidade, você movimenta seu personagem no estilo plataforma por um abiente de visão superior. Simplificando: é como se você controlasse o Mario de Super Mario World pelo mapa de Zelda. Ok, vamos concordar que a maior parte do game acontece em plataforma mesmo, que são as fases. Essas contam com um visual bem trabalhadinho até, com uns gráficos bem simples.

No decorrer do game, você também pode customizar plataformas, armas, objetos do cenário da cidade principal, e diversas outras coisas. Esse tipo de coisa é que dá a interatividade que o game proporciona, que, pelo menos pra mim, é o principal fator que mantém o jogador no game. O enredo é razoável, mas nada de mais. O som também não é lá essas coisas. A jogabilidade é bem normal, nem boa e nem ruim.
Resumindo, o game é razoável. A parte de customização é bem interessante e criativa, mas o resto é bem mediano, pra não dizer medíocre.
Avaliação:
Gráficos: 7
Jogabilidade: 7
Som: 6
Diversão: 7,5
Replay: 6,5
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Nota final: 7
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Comentário final: A idéia é boa, mas não foi suficientemente bem executada. Espero que as falhas sejam corrigidas na continuação, já anunciada para DS e Wii.